quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Conceito de Fotografia Editorial

        Pode-se dizer que fotografia editorial se encaixa entre o fotojornalismo e a fotografia publicitária. Utilizada em revistas de moda e catálogos para ilustrar uma matéria específica e na maioria das vezes segue um ensaio sequencial  seja mostrando um produto, uma pessoa ou algo de modo que valorize seus aspectos. Nada mais do que uma produção, através de um briefing. Diferente da fotografia publicitária onde se segue um layout, em que existem mais limitações, a fotografia editorial dá a oportunidade ao fotógrafo de criar, de mostrar o seu olhar sem grandes preocupações e regras. As revistas ou jornais entendem que ao ser exposto o trabalho com os créditos do fotógrafo funciona como uma vitrine que pode gerar novos clientes. A fotografia editorial pode também ser utilizada para transmitir informações, assim como no fotojornalismo, considerando que não existe a obrigação de atualidade.



Fonte: alessandrajunnog.blogspot.com.br
            camilathurow.blogspot.com.br/

e Explicações feitas pelo Professor Fernando Pires em sala de aula

Fotos G1 ULB_EDI 2012/02


Mesa do fotógrafo



Produtos de Beleza



Slow Food

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Auto Retrato


Auto Retrato baseado na foto da Princesa Daiana
fotografada por Hiroshi Sugimoto.


Produção Mesa de Café 
Disciplina: Iluminação
Prof.: Fernando Pires
ULB_ILU 2012/2


Iluminação com luz Zenital.
Modelo: Juliana Lopes.
Professor: Fernando Pires.


Iluminação contínua com lâmpada halógena.
Modelo: Camila Farias e João Antonio Chelotti.
Maquiagem: Bruna Lopes.
Professor: Fernando Pires.

Luz de Janela


Foto com Luz de Janela.
Modelo: Vovó Ivone.
Professor Fernando Pires.
ULB_ILU 2012/2

domingo, 16 de setembro de 2012

Briefing História da Moda


Escarpim

 Sapato feminino, fechado, com sola fina e salto, deixando o peito do pé descoberto. Criado em meados do século XIX, é um modelo clássico que, como passar dos anos, sofre pequenas alterações, como variações na altura e grossura do salto, mudanças no formato do bico, decote mais aberto ou fechado, diversidade no material e na cor. Seu auge foi nos anos 1950, com salto agulha, complementando o estilo chique dos grandes costureiros.


Espartilho

 Por volta de 1600 a.C. as mulheres já conheciam um tipo de corpete justo, com cobertura frental e lâminas de cobre para afinar a cintura e realçar os seios nus.
Com o passar do tempo, o corselete se tornou mais rígido e evoluiu para o espartilho. Seu uso causava sérios danos à saúde; porém, o aspecto social preponderava (o espartilho evidemciava superioridade). 
Somente no século XVIII os espartilhos se tornaram menos rígidos, com hastes flexiveis, feitas com barbatanas de baleias.
Durante a Revolução Francesa os espartilhos foram esquecidos e substituidos por Crinolinas (armações compostas por arcos de aço que davam forma às saias).
Em 1804 durante o Império de Napoleão o espartilho ressurge. Foram várias as tentativas de aprimorar os modelos de espartilhos para facilitar seu uso e baixar custos. Em 1840 iniciou-se a confecção em série da peça e em 1848 existiam 64 marcas registradas.
Foi o estilista Paul Poiret, no início do século XX, quem iniciou a libertação da mulher às formas artificialmente impostas.
A extinção do espartilho se inica com a Primeira Guerra Mundial. Cintas e sutiãs, menores e mais simples, facilitaram a vida da mulher, agora no mercado de trabalho.
De vez enquanto o espartilho é relembrado. No final do século o espartilho reapareceu em Versace, Gaultier e Chloé, não como peça íntima, mas para ser mostrado e admirado.



Modelo: Eduarda Hiller.
Iluminação: Luz contínua com difusor.

Fonte: Resumo do livro
Por dentro da moda - Dinah Bueno Pezzolo
Editona SENAC.

Cristiane Alves
ULB_EDI
Professor Fernando Pires
Ulbra 2012/2




O que é Briefing?

Briefing é a passagem de informação de um ponto para outro, deve ser organizada para que a passagem de informações e dados do cliente ocorra de maneira certa, da pessoa certa e para a pessoa certa. Contém a descrição da situação da marca ou empresa, seus problemas, oportunidades, objetivos e recursos, é a base do processo deplanejamento.

Numa visão geral é um documento que apresenta características de um produto ou serviço, da marca e da empresa do anunciante. Significa a passagem de informação de uma pessoa a outra pessoa. Precisa ser eficaz e objetivo, erros de omissão ou excesso de informações pode comprometer e desperdiçar tempo e dinheiro investidos numa campanha publicitária.

O briefing e o planejamento de propaganda são inseparáveis, envolve a troca de informações entre o setor de marketing e comunicação da empresa do anunciante e a agência contratada. Para identificar a informação certa é utilizado um questionário seletivo que identifique a informação através de perguntas com objetivo definido.

O briefing deve ser um diálogo entre anunciante e agência, após o briefing inicial feito pelo anunciante para a agência, são feitos briefings específicos e complementares para as diversas áreas de uma agência de publicidade como mídia, criação, pesquisa, promoção, etc. As áreas de marketing de uma empresa são responsáveis para tornar acessíveis as informações e as áreas de propaganda da empresa e a agência por obterem as informações que precisam.

O documento deve apresentar as características do produto, estudar o perfil de consumidor e o seu momento de compras. O planejamento de propaganda busca soluções para a aceitação do produto, revendo foco de vendas e diagnosticando problemas.

Fonte: http://www.infoescola.com

Cristiane Alves
ULB_EDI
Professor Fernando Pires
Ulbra 2012/2