O que é arquitetura?
A arquitetura é a arte ou técnica de projetar e edificar construções habitáveis pelo ser humano. As construções variam muito do estilo de cada arquiteto, partindo deste princípio elas podem ter diversas formas e tamanhos, parecer com um estilo arquitetônico ou outro.
O que é ser fotógrafo de arquitetura? Qual sua missão mais importante?
Ser fotógrafo de arquitetura é captar através de imagens tudo aquilo que o arquiteto planejou com mínimos detalhes. Sua missão mais importante é ser capaz de fazer com que suas imagens transmitam exatamente o que o arquiteto queria passar ao planejar a construção e ainda mais desvendar ângulos por vezes desconhecidos do arquiteto através de seu olhar apurado, usando de seus conhecimentos fotográficos como por exemplo, a luz para deixar a construção ainda mais grandiosa.
Cristiane Alves
Fotografia de Arquitetura
Fernando Pires
Ulbra 2012/1
domingo, 22 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Arquiteto Álvaro Siza
Arquiteto nascido em Motosinhos, Portugal, formado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, em 1955.Doutor em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura do Porto, em 1966. Professor colaborador de Fernando Távora entre 1955 e 1958. Professor da Escola Superior de Belas Artes do Porto entre 1966 e 1969.
Professor Adjunto de Construção na Faculdade de Arquitetura de Porto desde 1976.
O seu talento artístico foi reconhecido mais rapidamente no estrangeiro do que em Portugal, especialmente através da atribuição de obras como a recuperação do bairro judeu de Veneza e do bairro Kreuzberg, em Berlim. Atualmente é docente da Faculdade de Arquitetura do Porto.
Cristiane Alves
Fotografia de Arquitetura
Fernando Pires
Ulbra 2012/1
Philippe Starck

Philippe Patrick Starck nasceu em 1949 em Paris. Foi influenciado pelo seu pai, um engenheiro aeronáutico com quem passou grande parte da sua infância.
Estudou em Paris na École Nissim de Camondo de 1965 até 1967.
Em 1968 criou a sua primeira empresa, que produz objectos insufláveis.
Um ano depois, tornou-se director de arte do famoso designer de moda francês Pierre Cardin.
Começou a trabalhar de forma independente em 1975 e em 1980 fundou a Starcks Products.
É conhecido mundialmente pelo seu design leve e contemporâneo, tanto pela forma, quanto pelos materiais que emprega nas suas criações, já ganhou centenas de prêmios durante a sua vida, sendo o primeiro o “Oscar du luminaire, France” em 1980. Hoje em dia, Philippe Starck vive em 4 cidades diferentes:
Nova Iorque, onde trabalha; Paris, onde faz relações públicas, Londres e Baruna, em Itália.
Já casou quatro vezes e teve quatro filhos.
Cristiane Alves
Fotografia de Arquitetura
Fernando Pires
Ulbra 2012/1
Frank Gehry
Frank O. Gehry nasceu em Toronto, mas mudou-se com a família para Los Angeles em 1947. Estudou arquitetura na Faculdade do Sul da Califórnia e posteriormente especializou-se em design na Universidade de Harvard. Trabalhou em diversos escritórios de arquitetura e em 1962 criou sua própria empresa, a "Frank O. Gehry & Associates Inc".
Dez anos depois, Gehry desenhou uma série de peças de mobiliário chamadas "Easy Edges", utilizando madeira. Essas peças fizeram grande sucesso, mas foram tiradas de circulação três meses depois do lançamento, pois Gehry temia que seu reconhecimento como designer de móveis populares afetasse seu prestígio como arquiteto.
Nos anos 1970, Gehry projetou diversas residências, incluindo sua própria casa em Santa Mônica, na Califórnia. Desenvolveu também projetos de grande inventividade para edifícios públicos, tornando-se um dos fundadores do Desconstrutivismo, tendência na arquitetura que rompe com a tradição e resgata o papel da emoção.
Vários de seus projetos tornaram-se marcos da arquitetura contemporânea, como o Museu Aeroespacial da Califórnia, o Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, o Fishdance Restaurant, no Japão, e o Vitra Design Museum, na Alemanha.
Nos anos 1980 Gehry voltou a desenhar móveis. Entre 1990 e 1992 ele criou uma linha de cadeiras para a indústria Knoll, construídas com tiras de madeira sem suporte estrutural.
Como um dos principais expoentes do Desconstrutivismo, Gehry ganhou muitos prêmios, incluindo o Pritzker Prize em 1989. Seu edifício mais conhecido é o Museu Guggenheim em Bilbao, na Espanha, recoberto de titânio, que foi finalizado em 1997.
Cristiane Alves
Fotografia de Arquitetura
Fernando Pires
Ulbra 2012/1
Dez anos depois, Gehry desenhou uma série de peças de mobiliário chamadas "Easy Edges", utilizando madeira. Essas peças fizeram grande sucesso, mas foram tiradas de circulação três meses depois do lançamento, pois Gehry temia que seu reconhecimento como designer de móveis populares afetasse seu prestígio como arquiteto.
Nos anos 1970, Gehry projetou diversas residências, incluindo sua própria casa em Santa Mônica, na Califórnia. Desenvolveu também projetos de grande inventividade para edifícios públicos, tornando-se um dos fundadores do Desconstrutivismo, tendência na arquitetura que rompe com a tradição e resgata o papel da emoção.
Vários de seus projetos tornaram-se marcos da arquitetura contemporânea, como o Museu Aeroespacial da Califórnia, o Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, o Fishdance Restaurant, no Japão, e o Vitra Design Museum, na Alemanha.
Nos anos 1980 Gehry voltou a desenhar móveis. Entre 1990 e 1992 ele criou uma linha de cadeiras para a indústria Knoll, construídas com tiras de madeira sem suporte estrutural.
Como um dos principais expoentes do Desconstrutivismo, Gehry ganhou muitos prêmios, incluindo o Pritzker Prize em 1989. Seu edifício mais conhecido é o Museu Guggenheim em Bilbao, na Espanha, recoberto de titânio, que foi finalizado em 1997.
Cristiane Alves
Fotografia de Arquitetura
Fernando Pires
Ulbra 2012/1
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
O Sistema de Zonas
Introdução
O sistema de zonas é um método ftográfico que consiste em fazer uma nomenclatura adequada para a luz, que estabelece relações entre os vários valores de luz do objeto e suas respctivas escalas de densidades, registradas pelo negativo.
O Sistema de Zonas
Nos permite relacionar várias luminâncias de um objeto com os cinza, o branco e o preto que visualizamos, para representar cada luminância na imagem final. Essa é a base do método de visualização, quer a representação seja literal, quer seja um distanciamento da realidade. Depois da visualização criativa da imagem, a fotografia é uma cadeia ininterrupta de ajustes na escala de exposição do negativo, revelação adequada do negativo e produção da cópia. Devemos sempre priorizar um bom negativo, pois depender dos papéis fotográficos para melhorar a imagem nem sempre é uma boa opção.
A Escala de Exposição
A leitura da luminância de uma área de um único tom realizada por fotômetro indicará uma exposição que produz um cinza-médio. Uma vez que a relação entre a exposição indicada e o tom da cópia resultante é conhecida ou previsível, a utilizamos para determinar o ponto médio da escala de tons da imagem: o cinza-médio de cópia equivalente ao cartão cinza a 18% de refletância é denominado Tom V. Depois definimos a leitura de exposição feita em uma única superfície e usada diretamente para produzir esse cinza-médio na cópia como exposição de Zona V. O termo "zona" é usado para se referir exclusivamente a escala de exposição e "tom" para outros conceitos como valores de luminâncias, para as densidades dos negativos e para o tom das cópias.
Para determinar a escala definimos que a variação de um ponto na exposição equivale a variação de uma zona na escala de exposição, e o cinza resultante na cópia será considerado um tom mais alto ou mais baixo na escala da cópia.
Assim, medindo a luz de uma superfície de luminância homogênea e reduzindo a exposição em um ponto, conseguimos a exposição em um ponto, conseguimos a exposição pela Zona IV, que resulta em uma cópia de Tom IV, mais escura que o cinza-médio. Reduções posteriores com intervalos de um ponto resultam em exposições pelas Zonas III, II, I e 0, que correspondem a tons de cópia III, II, I e 0, mais escuros. Do mesmo modo se aumentarmos a exposição em um ponto de cada vez a partir da Zona V, teremos Zonas VI, VII, VIII, IX e X.
A escala de zonas | ||||||||||
0 | I | II | III | IV | V | VI | VII | VIII | IX | X |
Escala e Escala de textura dinâmica
A escala de tons da cópia gira em torno do Tom V, que equivale ao cartão cinza padrão. Se examinarmos os tons de cópia mais escuros, abaixo do Tom V, perceberemos que qualquer texura e todos os detalhes da superficie fotografada são claramente visíveis nas cópias de tons IV e III. No Tom II ainda há um pouco de substância e textura. O Tom I é quase completamente preto, tem pouquíssimos detalhes e não transmite nenhuma substância, e o Tom 0 é a densidade preta máxima possivel com o papel utilizado, e nele não há textura nem detalhes. Uma progressão semelhante ocorre com os tons mais claros. Os tons VI e VII mostram detalhes e a textura da superfície fotografada. O Tom VIII é muito claro e mostra uma leve textura e um pouco de substância. O Tom IX é quase branco puro. O Tom X representa o branco máximo da base do papel,que, como o Tom 0, não tem textura nem substância, só servem como referência e não como "tons" verdadeiros.
Há três escalas importantes na escala total de exposições que podem ser copiadas. A escala total de preto ao branco é representada pelas Zonas 0 e X. Dentro dessa escala está a escala dinâmica, que representa os primeiros tons úteis acima da Zona 0 e abaixo da Zona X, ou seja, Zonas I a IX. A escala de zonas que transmite textura e detalhes reconhecíveis é chamada de escala de textura, e vai das Zonas II e VIII.
O Sistemas de Zonas foi desenvolvido como uma forma de guiar os fotógrafos na hora de realizarem seus trabalhos, priorizando sempre bons negativos para que posteriormente as cópias fossem mais faceis de manipular, não precisando usar de artificios como papéis com tonalidades diversas ou outros. Fazendo assim com que a imagem não perdesse a maioria de seus detalhes.
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| U_LAB G2 |
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